Lá se vai, a lavadeira
e sua tina.
As roupas costumeiras,
de sua rotina.
Não fica só o sorveteiro,
seguido pela menina.
A vender, corrisqueiro,
faz sua rotina.
Mesmo com a fina rima,
não se deixa escapar o músico,
de sua clássica rotina.
Mas aquele que é feliz,
é o que da rotina,
o final quis.
Lucas Ribeiro da Rocha
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