Ando falido de ideias
e memórias.
Não se cria mais nada,
e se apaga o existente.
Transformo as memórias,
em ideias.
Iludindo-me, em vão,
com mais uma velha nova criação.
Se o que faço, já fiz
e o que não faço,
é o que há de ser feito
Penso e repenso em algo,
que deveria ser desfeito,
e refeito, e então feito.
E enfim, anuncio a criação:
Vestígios reformulados da memória,
em forma de ideia falida, mas nova.
terça-feira, 17 de agosto de 2010
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